Dor no joelho e artrose: sinais de alerta e opções de tratamento

Entenda os principais sintomas da artrose no joelho, os sinais de alerta e as opções de tratamento para aliviar a dor e preservar a mobilidade.
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Dr. Gustavo Leão

Ortopedia e Traumatologia

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A dor no joelho é uma das queixas mais frequentes no consultório ortopédico. Ela pode estar relacionada a sobrecarga, lesões, alterações no alinhamento, desgaste da cartilagem ou doenças como a artrose.

A artrose é uma condição degenerativa que afeta as articulações. Com o passar do tempo, a cartilagem que recobre as extremidades dos ossos pode sofrer desgaste, comprometendo o deslizamento suave da articulação e causando dor, rigidez e limitação dos movimentos.

Quais são os sintomas mais comuns?

Os sinais variam de pessoa para pessoa, mas alguns sintomas merecem atenção:

  • Dor que aparece ou aumenta com atividades físicas;
  • Rigidez ao acordar ou após longos períodos sentado;
  • Inchaço recorrente no joelho;
  • Estalos ou sensação de atrito ao movimentar a articulação;
  • Dificuldade para subir escadas, agachar, caminhar ou levantar-se;
  • Sensação de fraqueza, instabilidade ou travamento.

Esses sintomas não significam automaticamente que a pessoa tenha artrose, mas indicam que uma avaliação especializada pode ser necessária.

Como é feito o tratamento?

O tratamento da dor e da artrose deve ser individualizado. Ele considera idade, nível de atividade, intensidade da dor, exames, grau de desgaste e impacto na rotina do paciente.

Em muitos casos, o cuidado pode envolver fisioterapia, fortalecimento muscular, controle de peso quando indicado, adaptação das atividades e medicamentos prescritos pelo médico. Exercícios de menor impacto, como caminhada orientada, bicicleta e atividades na água, podem ser alternativas adequadas para alguns pacientes.

Em quadros mais avançados, quando os tratamentos conservadores não controlam mais a dor e a limitação funcional, procedimentos cirúrgicos podem ser avaliados pelo ortopedista.

Dor persistente não deve ser normalizada

Conviver com dor frequente não precisa fazer parte da rotina. Quanto antes houver diagnóstico e acompanhamento, maiores são as possibilidades de preservar mobilidade, reduzir sintomas e manter independência nas atividades do dia a dia

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